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Sonho do Alcantara

conro do sonho do Alcantara 73/036

Eu tive um sonho de sonhador,
Maluco que sou…”
Sou agrônomo, estava trabalhando numa região canavieira do Estado de São Paulo e marcaram um encontro da Turma 73 para lá.
Era um vilarejo com intenso vaivém de tratoristas, peões, caldeireiros etc.
Até os banheiros eram coletivos e tudo funcionava sob galpões, ambiente unicamente masculino.
Ao redor desse acampamento apenas canaviais a perder de vista, alguns queimando para a colheita. Colunas de fumaça ao longe indicavam a presença de usinas de açúcar e de álcool.
Dirigi-me para o local do encontro, um amplo e rústico bar com mesinhas de madeira e ainda enfeitado com bambus e bandeirolas para festas juninas.
Chega o primeiro visitante (73/287) e eu cumprimento:

Francisco Sávio, meu garoto, há quanto tempo!
Sentado e sorrindo numa mesa ao lado Enéas Rodrigues Brum (73/289).
O terceiro recém-chegado me deixou boquiaberto porque eu tinha consciência dos problemas pelos quais está passando: Roberto Lazarotti (73/029), sorridente e com ótima expressão.
Sentamos ao redor de uma mesa e alguém toca meu ombro: Joaquim Antônio Caracas (73/196)!
Eis que chega a sensação do encontro, o telegrafista, enxadrista e rádio-amador Osvaldo Makoto Yasuda (73/301), enorme e hercúleo, com apenas uns 90 kg.

O que foi isso, Yasuda? perguntaram os colegas.
Ele tirou a camisa, mostrou os músculos, aquela pele branca e sem pelos de japa e disse que começou a malhar com o irmão (não lembro do Yasuda ter irmão).
Estávamos todos aparentando ter 35 a 40 anos e muito animados.
O problema dos sonhos é que não se pode racionalizar e perguntei porque ainda não chegara alguém da Turma B, à qual pertenço.
O sonho se dissipou rapidamente e na sequência ouço a aterrissagem de um jato no aeroporto perto de minha residência; eram 5:00 da matina, hora de levantar para tomar o Symthroid.
Que pena, era apenas um “sonho de sonhador” como dizia Raulzito, suposto parente do nosso Ricardo Seixas Brites (73/040).
Este último ao ler diria:

Pô, Alcântara, pagando antes do café da manhã? Acochambra, hoje é sábado.

Eu tive um sonho de sonhador,

Maluco que sou…”

Sou agrônomo, estava trabalhando numa região canavieira do Estado de São Paulo e marcaram um encontro da Turma 73 para lá.

Era um vilarejo com intenso vaivém de tratoristas, peões, caldeireiros etc.

Até os banheiros eram coletivos e tudo funcionava sob galpões, ambiente unicamente masculino.

Ao redor desse acampamento apenas canaviais a perder de vista, alguns queimando para a colheita. Colunas de fumaça ao longe indicavam a presença de usinas de açúcar e de álcool.

Dirigi-me para o local do encontro, um amplo e rústico bar com mesinhas de madeira e ainda enfeitado com bambus e bandeirolas para festas juninas.

Chega o primeiro visitante (73/287) e eu cumprimento:

– Francisco Sávio, meu garoto, há quanto tempo!

Sentado e sorrindo numa mesa ao lado Enéas Rodrigues Brum (73/289).

O terceiro recém-chegado me deixou boquiaberto porque eu tinha consciência dos problemas pelos quais está passando: Roberto Lazarotti (73/029), sorridente e com ótima expressão.

Sentamos ao redor de uma mesa e alguém toca meu ombro: Joaquim Antônio Caracas (73/196)!

Eis que chega a sensação do encontro, o telegrafista, enxadrista e rádio-amador Osvaldo Makoto Yasuda (73/301), enorme e hercúleo, com apenas uns 90 kg.

– O que foi isso, Yasuda? perguntaram os colegas.

Ele tirou a camisa, mostrou os músculos, aquela pele branca e sem pelos de japa e disse que começou a malhar com o irmão (não lembro do Yasuda ter irmão).

Estávamos todos aparentando ter 35 a 40 anos e muito animados.

O problema dos sonhos é que não se pode racionalizar e perguntei porque ainda não chegara alguém da Turma B, à qual pertenço.

O sonho se dissipou rapidamente e na sequência ouço a aterrissagem de um jato no aeroporto perto de minha residência; eram 5:00 da matina, hora de levantar para tomar o Symthroid.

Que pena, era apenas um “sonho de sonhador” como dizia Raulzito, suposto parente do nosso Ricardo Seixas Brites (73/040).

Este último ao ler diria:

– Pô, Alcântara, pagando antes do café da manhã? Acochambra, hoje é sábado.

Alcantara 73/036 – 2021-08-28

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